Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Ricardo Coutinho garante que alianças poderá ser feita com qualquer partido

Sertão - O prefeito da Capital, Ricardo Coutinho (PSB), concedeu uma entrevista à Radio Espinharas de Patos na manhã deste sábado (30), onde falou aos ouvintes da emissora durante uma hora e meia (12hs às 13h30m).
O prefeito respondeu a vários ouvintes que participaram ao vivo do programa, de diversos bairros da cidade de Patos, bem como de outras cidades do Sertão.
Entre os pontos mais marcantes da entrevista, Ricardo respondeu aos ouvintes sobre uma possível aliança com o grupo do ex-governador, Cássio Cunha Lima. Segundo ele, no momento certo, e dependendo da conjuntura atual, poderá conversar com qualquer partido, de qualquer segmento político.
Sobre o apóio recebido do deputado federal, Luiz Couto (PT), Ricardo afirmou: “Couto é um dos políticos que faz bem para Paraíba”. Ele disse que recebia com alegria a lembrança do deputado.
Indagado por um ouvinte se era oposição ou situação, o prefeito disse que estava do lado da Paraíba. Ele lembrou que mesmo tendo mantido uma aliança com o atual governador José Maranhão (PMDB), o próprio Maranhão tinha afirmado que “depois da eleição tudo zera”, ou seja, passada um pleito eleitoral, os efeitos das coligações ficam nulos.Após a entrevista Ricardo almoçou com correligionários em Patos, participou de uma reunião com membros do seu partido (PSB), e a noite participou da etapa do Forró Fest, realizada na noite de ontem (30), em Patos.

Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

TSE adia julgamento de recursos contra Jota Júnior e Cícero Lucena

O TSE adiou a votação dos recursos contra a diplomação do senador Cícero Lucena (PSDB) e do prefeito de Bayeux, Jota Júnior (PMDB). Os dois recursos estavam na pauta, mas não foram a julgamento pelos ministros. A sessão desta quinta-feira (21.05).
O senador Cícero Lucena será julgado na ação (RCED 684), movida pelo ex-senador Ney Suassuna (PMDB), que perdeu a eleição para o tucano em 2006. No processo, Ney acusa Cícero de abuso de poder econômico nas eleições de 2006.
Já o prefeito de Bayeux, Josival Júnior de Souza, conhecido como Jota Júnior (PMDB), vai se defender de AIJE por abuso de poder político e captação ilícita de sufrágio também no pleito de 2006. fonte: Herme de luna

Cicero diz divergência em um grupo e natural, mas não precisamos de Ricardo nem de Maranhão

O senador Cícero Lucena (PSDB) disse que vê com muita naturalidade as declarações dadas pelo líder da oposição na Assembléia Legislativa, Manoel Ludgério (PDT) sobre a unidade das oposições já no primeiro turno das eleições de 2010. Segundo o senador, as diferenças e os desencontros fazem parte do processo democrático.
As declarações do líder causaram estremecimento na base, tanto foi que o colega de bancada deputado Ruy Carneiro emitiu uma nota dizendo que não já não o reconhecia mais como seu líder na Assembléia Legislativa por conta do posicionamento que contraria o projeto político do PSDB e dos aliados tradicionais. Em entrevista concedida na tarde desta quinta-feira (21) a Rede Paraíba Sat, o senador disse ainda que o grupo já tem candidatos e não precisa de Ricardo Coutinho e nem de José Maranhão. Para ele, o deputado Ruy expressou um sentimento de vários companheiros da oposição.
“Eu não sei por que as pessoas s falam em outras candidaturas quando a base tem candidatos. Não necessariamente em relação ao meu nome, mas também diz respeito ao senador Efraim, ao meu nome. Eu acho que ele fez isso expressando o sentimento de muita gente. Ele não fez cobrança, mas reagiu a uma conduta que Manoel estava adotando. Acho que isso é natural do processo democrático, mas com certeza isso será resolvido numa conversa até porque o Ludgério é um valoroso companheiro”, avaliou.Indagado sobre a cobrança que Manoel teria feito sobre o seu posicionamento em relação de quem realmente seria adversário político: se do prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho (PSB) ou do governador, José Maranhão (PMDB), Cícero disse que não tinha esse tipo de preocupação.
“Ninguém tem o direito de cobrar a posição do outro. Cada um age de acordo com a sua conveniência. Agora me estranha profundamente as pessoas acharem que o adversário é Maranhão. Nós temos candidatos. Nós somos vitoriosos contra Ricardo e Maranhão em 2002 e 2006. Porque agora iríamos precisar de Ricardo ou de Maranhão" Nós queremos o cargo só para ter o cargo ou para fazer a política de alguns da Paraíba" Eu, particularmente, quero fazer política em favor da Paraíba”, argumentou.
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